6/9 – Dia do Sexo

Para não passar em branco, espero que tenham aproveitado bem esse dia…

Na Balada

Sabe? Nessa vida de segurança de casa noturna, a gente vê cada coisa que se contar os outros até duvidam.. Esse sábado por exemplo, se eu não tivesse visto, nem eu acreditaria…

Tem uma menina que sempre vai lá, quase todo fim de semana, uma loirinha linda, tipo mignon, magrinha, baixinha, barriguinha malhada, do tipo que está sempre na academia, peito pequenininho, uma bunda fantástica, precisa ver ela dançando, enlouquece a turma em volta. Como ela sempre ia lá, já é amiga do pessoal da casa, chega e cumprimenta gente com beijinho no rosto, chama pelo nome, é do tipo gente boa, com isso acaba ganhando umas regalias do pessoal do bar, o DJ toca as músicas que ela pede, esse tipo de coisa.

Nesse sábado passado fui eu que adiantei o lado dela, e com isso assisti um espetáculo e tanto. Ela estava deliciosa, cara, uma calça social dessas pretas. Meu, Deus é justo, mas aquela calça… uma camisa meio transparente, de deixar qualquer um doido. Parada lá no meio das amigas, uma mais gostosa que a outra, fiquei um tempão vendo elas levando cantada e dando toco nos coitados, até que chegou um moleque pra conversar com ela, meio sem jeito, acho que eles se conheciam mas não eram amigos. Te digo isso porque ela deu mais atenção pro papo dele, comentou com uma das amigas, como se apresentasse… Sabe aquela coisa de “esse é primo da fulana”? Pois é, acontecesse que no final, o piazão acabou ficando na roda das gostosas pra conversar.

Não demorou muito pro DJ chamar ela pra pista com uma das músicas que ele sabe que ela gosta, o que me deixou besta foi a guria puxar o garotão pela mão pra dançar com ela, moleque de sorte. Você precisa ver aquela mulher dançando, tá certo que eu não curto muito essas músicas eletrônicas, mas vendo aquela mulher dançar é de querer dançar junto, seja lá que tipo de música for. Ela dançando e rebolando com os braços pra cima e o garoto babando.

Sei que chegou uma hora, depois de duas ou três músicas, que a menina já estava meio suada de dançar e se esfregar no garoto que eu vi a coisa começar realmente a esquentar. Ela pegou ele pela mão, e veio puxando o garoto na minha direção, no fundo da pista de dança, do lado do bar, olhou pra mim, deu uma piscadinha e entrou pela porta que dava pra área de serviço do bar, pro depósito de bebidas, eu sabia que devia barrar ela, mas com aquele sorriso, a piscadinha daqueles olhos, não fiz nada, deixe ela ir onde queria.

Mas logo pensei que aquilo podia complicar pro meu lado, dei um recado pelo rádio de que ia dar uma saidinha e fui lá pra chamar a menina, dizer que eles não podiam ter entrado ali.

Cara, quando fui procurar os dois no fundo do depósito, nem tinha chegado perto,já podia ouvir os gemidos, fui tateando no escuro, pianinho pra eles não me ouvirem. Quando cheguei mais perto, que loucura… O sujeito sentado num caixote, se torcendo todo e a menina de joelhos na frente dele, e pela cara do garotão, fazendo um serviço de primeira, porque ele não parava de gemer, cada mexida de cabeça dela era um gemido dele. E a menina não deixou só por isso, antes do moleque terminar e não servir pra mais nada, ela parou o que estava fazendo e inverteu as coisas, disse que era vez dela, pôs o menino de joelhos sentou na caixa e puxou a cabeça dele, mostrou pra ele o que ela queria, sem deixar nenhuma dúvida.

Vou ter de te dizer, tinha uma luzinha marota no fundo do depósito e eu acho que nessa hora ela me viu, não sei se sabia que era eu, mas ela sabia que tinha alguém ali, ela olhava na minha direção, mesmo comigo escondido entre os engradados, e sorria, com uma cara de safada, doideira. Naquele lugar, meio escuro, não dava para ver muito, mas consegui ver a camisa dela aberta, o cara mordendo os peitos, e voltava a descer pras coxas, lisinhas, sem nenhum pelinho.

Mas o garoto também não ia ficar nisso pra sempre, levantou, deu aquela juntada nela, virou ela de costas e debruçou ela no caixote. E ela com aquele sorriso, se esticando toda, com a calça na canela, as pernas abertas e puxando ele pra por mais força na coisa. Achei que nunca ia ver isso assim, pelo menos não fora de um desses filmes pornô, a menina rebolava e se empurrava na direção dele, puxava o cara e gemia dizendo que queria mais. E ele puxava ela, meio que pelo ombro, um pouco pelo cabelo comprido, ela com o pescoço pra trás, dando tapa nas pernas dele, e na própria bunda, pra ele fazer com mais vontade.

Nisso a coisa desandou, o pessoal do bar veio repor o estoque, quando abriram a porta, fizeram o maior barulho e assustaram os dois que estavam no bem bom. Eu pra não deixar eles serem pegos, puxei conversa com os barmen que vieram, falei que estava matando um pouco de tempo ali, fumando um cigarro. Logo em seguida que os caras foram embora, ela e o garoto, passaram por mim, ele morrendo de vergonha e ela rindo, me mandou um beijo e me agradeceu a força. Me disse que um dia me agradece direito.

Não sei se é verdade, mas vou ficar esperando, o negão aqui vai ter seu dia de provar filé-mignon!

Ainda sobre o dia do orgasmo…

Algumas coisinhas, que peguei  aqui que você deveria saber para aproveitar melhor o dia. Se perdeu de comemorar ontem, não esquente, essa é daquelas datas como o Dia Mundial da Paz, deve ser relembrado 365 dias por ano…

1) Orgasmos podem acontecer sem ato sexual
Orgasmos são reflexos do sistema nervoso autônomo, ou seja, aquele que lida com partes que não controlamos conscientemente, assim na literatura médica já foi visto casos de pessoas que tinham orgasmos até escovando o dente. Em uma palestra disponível na internet, a escritora Mary Roach conta que conheceu uma moça que conseguia chegar ao clímax através do pensamento em qulquer lugar que estivesse.

2) O ponto G não é lenda urbana
O ponto de Grafenberg, que poderia levar uma mulher a um orgasmo intenso sempre foi motivo de discussão entre pessoas, não só dentro da comunidade médica. Em 2008, porém, cientistas italianos (quem mais?) conseguiram detectar diferenças na anatomia de mulheres que diziam ter orgasmo pelo ponto G e aquelas que não, encontrando finalmente “a arca perdida”.

3) Existe o ponto G masculino
A estimulação da próstata, a glândula responsável pelo funcionamento de nutrientes para os espermatozóides, pode proporcionar orgasmos cavalares aos mancebos. O períneo, área sem pelos logo atrás do saco escrotal, é o local onde uma carícia bem feita (e esse é o problema, muitas mulheres não sabem fazer) proporciona um prazer enorme. Outra maneira é a inserção do dedo médio no ânus do indivíduo, mas seguramente esbarra em tabus para 90% dos homens hetero.

4) Algumas mulheres podem ejacular
Sim, apesar de raro e com relativamente poucos estudos científicos, existem moçoilas que conseguem ejacular até mais do que um homem. O líquido é produzido por um órgão similar à próstata masculina e parece ser ativado, na maioria dos casos, quando da estimulação correta do ponto G.

5) Pés quentes proporcionam mais orgasmo às mulheres
Sabe aquela coisa de nunca transar de meia? Para o público feminino, estar com os pés aquecidos aumenta as chances de orgasmo em 30% de acordo com uma pesquisa da Universidade de Groningen na Holanda. Se o cara for esperto o bastante saberá que uma massagem nos pés nas preliminares pode ser um ótimo caminho para o sucesso.

6.) Homens podem ter orgasmo sem ejaculação
Não só me possível acontecer isso como também a via contrária, ter ejaculação sem orgasmo, porque orgasmo e ejaculação são coisas totalmente diferentes. Também já foi provado que um homem pode atingir o clímax e ter uma ejaculação tardia e o sêmem acaba indo para a bexiga ao invés de sair.

7) Orgasmos desligam o cérebro
Já foi mostrado através de escaneamentos, que muitas áreas no cérebro feminino são desligadas durante o orgasmo, incluindo aquelas ligadas à emoção.

8.) É mais fácil uma mulher atingir o orgasmo clitoriano que o vaginal
Muita gente acha que o orgasmo através do clitóris não conta e que o verdadeiro prazer vem daquele desencadeado pela penetração na vagina, mas isso é pura balela. A maior parte das mulheres consegue mais prazer pela estimulação do clitóris, o que explica aquelas que não chegam ao clímax na transa mas conseguem facilmente na masturbação.

9) A respiração pode afetar o orgasmo
É comum que a respiração se acelere durante a transa e muitas mulheres acabam segurando o fôlego. Isso tenciona os músculos e faz com que o orgasmo seja mais difícil de ser atingido. Prestar a atenção ao ato de respirar, regulando-o é meio caminho andado para um bom ápice.

10) Você pode participar do Orgasmo Global
Em 22 de dezembro de 2006 tivemos o primeiro Dia do Orgasmo Mundial onde os participantes convidaram pessoas de todo o mundo para ter um orgasmo coletivo e emitirem pensamentos positivos em busca da paz no mundo. O próximo está marcado para 21 de dezembro de 2009, exatamente (não é brincadeira) às 14:47. Considere-se convidado e se quiser mais informações acesse www.globalorgasm.org.

Dia 31/07 – Dia do Orgasmo

não podia deixar passar em branco, então aqui está um link de uma lista muito legal, espero que curtam:
Top 6 cenas de orgasmos incríveis do cinema

Adrenalina pura…

Dizem que pra tudo há hora e lugar, sexo não é diferente, eu considero que deve ser “aqui e agora”, sempre que possível, mas pra tudo há limites. Nessa cena do filme Adrenalina (Crank, 2006), com Jason Statham e Amy Smart, uma das mais “sem noção” que eu já assisti, realmente meus limites são questionados… Assista e dê sua opinião:

Apesar que essa cena do filme Mandando Bala (Shoot ‘em Up, 2007), com minha deusa Monica Bellucci e Clive Owen, não fica muito atrás no contexto “Nada impede meu tesão”

O Homem Perfeito

Um dos momentos mais engraçados da minha vida, foi uma noite em que fui com meus amigos a um barzinho onde tocam alguns excelentes músicos aqui em Curitiba, e o Samuel começou sua apresentação, que eu acho muito bom e recomendo, entre os convivas havia um que eu sempre digo, parafraseando Lulu Santos, “…eu não desejo mal a quase ninguém…”, mas tem uma listinha que eu vou estar lá pra ver cair, ele é um membro dessa lista, voltando ao fato, o Samuel fez aquela provocação, se havia algum homem perfeito na casa, e o babaca logo se apresentou como sendo um exemplo de homem perfeito, o Samuel começou a tocar e, prestem atenção na letra e imaginem o quanto eu ria…

O Homem Perfeito

(Samuel Rangel)

O homem perfeito é lindo,

é bonito, é fiel,

tem a graça de um menino,

e sempre paga o motel.

O homem perfeito é sensível,

gosta de toda grande arte,

gosta de dança, ballet,

nunca há de magoar-te.

O homem perfeito incrível,

dedica uma rosa,

a uma velha senhora,

ou a uma jovem gostosa.

O homem perfeito te energia,

ele nunca se cansa,

lava e cozinha bem,

e adora uma criança.

Para encerrar esses preceitos,

que nesses versos alinhei,

se existe um homem perfeito,

o filha da puta é gay.


You Act Like You Are 28 Years Old


You are a twenty-something at heart. You feel like an adult, and you’re optimistic about life.

You feel excited about what’s to come… love, work, and new experiences.

You’re still figuring out your place in the world and how you want your life to shape up.

The world is full of possibilities, and you can’t wait to explore many of them.

What Age Do You Act?
Um pouquinho imaturo?

Se dê valor…

Para dizer a verdade, sempre achei essa expressão uma besteira sem cabimento, uma mulher se dar valor, me soa um conselho pra que ela não se venda barato, e nesse caso, caro ou barato, não importa, o fato é que está se vendendo. Não que eu tenha algo contra aquelas que se vendem, mas que fazem isso de maneira clara, direta, profissional. Mas essa prostituição velada, de trocar sexo por carinho, atenção, segurança ou seja lá mais o que, isso é baixo. Eu troco sexo por sexo, tesão por tesão, carinho por carinho, não estou disposto a dar nada diferente do que me oferecem, a não ser que essa negociação seja feita formal e objetivamente, cara à cara, olho no olho.

“Se dê valor!”… Expressão típica de gente que não acredita num dos fundamentos mais arraigados em mim, o de que uma mulher deve se entregar sempre que quiser, e somente porque quer, é direito dela, ninguém tem nada com isso, assim como é dever dela fazer isso consciente de que está fazendo por que quer, e somente por isso.

Por isso deixo meu conselho: Não se dê valor, a não ser que esteja mesmo a venda!

Uma lista de filmes que tem de ter em casa…

Estava conversando com uma amiga sobre uma videoteca, uma lista de filmes que um cara deve ter em casa. O critério é que são aqueles filmes que você convida a moça pra assistir, que diz que não acredita que ela nunca assistiu, mas você não conta que já viu o começo umas vinte vezes, mas dificilmente chega ao final, alguns provavelmente você nem sabe como termina. Não entenderam, olha alguns exemplos na lista abaixo, e vai entender, e se alguém tiver mais sugestões, estou aceitando.

  • 9 e ½ Semanas de Amor (aula de gastronomia diante da geladeira)

  • Último Tango em Paris (também gastronômica, especialmente sobre o uso da manteiga)

  • Henry e June (Carlinhos Brown diria: A namorada tem namorada…)

  • O Delta de Vênus (a história da namorada da namorada)

  • Perdas e Danos (mas esse você não pode chegar no fim mesmo, muito deprê)

  • A Bela da Tarde (mas se ela gostar muito, descarta da lista de possíveis esposas)

  • Infidelidade (vale a mesma regra)

  • Lua de Fel (mas a cena do porco eu dispenso)

  • Fome de Viver (mas só se você também for mulher)

    são 9, o décimo deixo para quem quiser dar sugestão.

A Aposta

Sabe? Se tem algo que realmente não sei lidar é com aquela inversão de papéis que ocorrem quando é a mulher que parte pra cima do cara, no caso, eu. Quando elas deixam de fazer aqueles joguinhos de sedução, se pondo como um prêmio acessível e simplesmente te poem contra a parede, dizendo o que querem e te intimando a tomar uma atitude. É desconcertante, e ao mesmo tempo delicioso.

Houve uma vez, eu estava terminado a faculdade de administração… Nunca fui um cara de passar desapercebido, falador, descarado, e sendo veterano a coisa era mais marcante ainda. Nessa época havia uma menina, estava no segundo ano, uma gracinha, baixinha, cabelos crespos, olhos marcantes, risada gostosa, um corpo… Ela sempre aparecia na coordenação do curso quando estávamos lá reunidos. Sempre simpática, mas sem falar muito, foi ganhando espaço nas conversas, um bando de homens e umas poucas meninas, não demorou pras conversas ficarem apimentadas, e eu sempre dando um jeito de perguntar a ela sua opinião, hora sobre esta ou aquela prática sexual, ou como ela agiria em determinada situação hipotética. As respostas dela eram sempre meio veladas, encobertas por uma certa vergonha, mas sempre deixando transparecer que ela tinha uma opinião muito positiva sobre aquilo tudo, nunca disse isso eu não faria, ou se mostrou ofendida de algum modo, ponto pra menina.

Aquilo foi me despertando uma certa curiosidade, uma vontade de descobrir o que se escondia sobre aquela fachada de menina certinha. Pedi para ela me adicionar no messenger dela, para podermos conversar quando não estivéssemos na faculdade, no mesmo dia, quando conectei a noite, estava lá o convite. E logo em seguida surgiu a janelinha com um oi. Na foto do messenger, uma surpresa, a moça certinha estava usando uma blusa com decote abissal, e um olhar que me deu calor na hora. A conversa fluía fácil, aparentemente, por detrás da proteção da net, e longe do resto dos veteranos ela se sentia bem mais a vontade, para dar respostas mais completas e, por assim dizer, mais diretas. E mais, passou a perguntar minha opinião também, perguntas sobre como era meu tipo de mulher, o que me chamava atenção, que gurias eu me interessava na faculdade, e se essa ou aquela história que corria entre os calouros era verdade, do que acontecia nas festas dos veteranos. E principalmente se era verdade que eu tinha feito isso ou aquilo com essa ou aquela menina, a maioria coisa inventada, lendas que circulavam, mas algumas realmente tinham acontecido e dessas ela queria saber os detalhes. Ao longo da semana ela também foi me contando alguns detalhes a vida dela, as experiências mais picantes, os caras mais marcantes, as fantasias, algumas realizada, outras ainda não. Mas percebi que uma coisa que a menina parecia curtir muito eram brincadeiras com desafios, sabe aquelas “duvido que você…”, o que me pareceu uma coisa bem promissora.

Na quinta-feira perguntei se ela iria à festa no Centro Acadêmico na sexta-feira, ela me respondeu que não sabia, e me perguntou porque? Eu respondi que tinha pensado que ela nunca ia nas festas e gostaria de saber se quando ela se arruma pra balada ela usa blusas tão sexys quanto a da foto, já que no dia-a-dia na faculdade ela é sempre tão comportadinha no modo de se vestir. Ela respondeu que essa não era a das mais ousadas que ela costumava usar e que eu me surpreenderia como ela se veste quando está para o crime. Foi a deixa… Duvido que seja tudo isso… você me surpreendeu com essas nossas conversas, mas não acredito que seja assim tão diferente quando está caçando. Ela caiu, na hora respondeu que eu iria me surpreender de verdade na sexta-feira.

No dia seguinte estava naquela ansiedade, o que será que a menina iria aprontar, perguntei pra uns calouros e ninguém a tinha visto na faculdade o dia todo, pelo jeito ela tinha deixado pra vir só na hora da festa, isso se realmente viesse.

Na hora que as aulas terminaram a coisa começou a esquentar no Centro Acadêmico, as cerejas já estavam no gelo, assim com muitas garrafas de vodka e tequila, o som já não era só de música ambiente, tocando uma ótima seleção de clássicos e dos últimos sucessos, povo bonito e animado, aquela festa prometia. Mas eu não tirava a baixinha da cabeça, será que ela tinha caído mesmo, viria toda produzida, pronta para o abate?

A festa já rolava há duas horas, e eu achando que tinha dançado, quando ela entrou… maravilhosa, uma blusa vermelha, transpassada, deixando o umbigo de fora, barriguinha sarada, decote perfeito, sem soutien, que busto lindo… calça jeans clarinha, justa como se tivesse sido costurada no corpo, botinha de salto alto, unhas vermelhas, um fetiche em forma de gente. Enquanto ela cumprimentava as amigas não tinha como não reparar as costas, os ombros, a mostra pela blusa e pelo cabelo ondulado, perfeitamente preso num rabo de cavalo alto, assim como uma leve curva dos seios, dependendo de como você olhasse.

Perdido nessa visão toda, demorei a reparar que ela me olhava com um sorriso nos lábios, me via ali, babando, era óbvio que ela tinha conseguido o que tinha se proposto, eu estava pasmo. Ela veio em minha direção, com aquele mesmo sorriso nos lábios, e aquele olhar da foto do messenger, algo entre um convite e um desafio.

Sem me dar chance já foi largando um “Então? Gostou?”, balbuciei algo como um sim, tentei fazer um elogio estiloso, o máximo que saiu foi um “Linda!” Ela deixava transparecer sem disfarce como estava se divertindo com o efeito que tinha causado em mim. Me pediu uma cerveja, corri buscar. Quando voltei ela acabava de dispensar um coitado que tinha tentado a sorte. Foi quando ela disse que adorava se vestir assim, mas não agüentava ter de ficar se livrando desses “menininhos” e por isso tentava ser discreta na faculdade. Tratei de recuperar o controle, não ia querer ser mais um dos “menininhos”!

O papo rolava legal, e ao vivo era mais agradável que pelo messenger, o único problema era não perder a linha de raciocínio olhando para o decote dela. Ao ponto dela comentar que eu tinha gostado mesmo da blusa. Pra não perder o rebolado, respondi que tinha adorado, que ela ficava ótima com ela. Ela me respondeu, olhando nos olhos, que ficava melhor ainda sem ela! Engasguei! Antes que eu pudesse decidir o que fazer ou dizer, ela me pegou pela mão e foi me conduzindo em direção a porta, pros corredores da faculdade, mal saímos do Centro Acadêmico ela me grudou na parede, me beijou com vontade, sabe aqueles beijos que te deixam aceso no ato, combustão instantânea e imediata? O corpo colado no meu, sem dizer uma palavra, eu sentia o calor dela através das roupas, eu mal podia acompanhar o ritmo da menina, uma loucura, inverti a situação, grudei ela de costas na parede do corredor, minhas mãos passeando por aquele corpo delicioso, ela não deixou barato, pegou minha mão e me puxou pra dentro de uma sala de aula, dizendo que teríamos mais privacidade.

Lá dentro ela me olhava om olhos de predadora, sabe quando você tem certeza do que vai acontecer, independente do que você faça? Era assim que me sentia, a mulher me tinha no controle, me beijava a boca, o pescoço, enquanto as mãos brincavam de pega-pega por todos os lados do meu corpo, uma delícia. Novamente tentei assumir a liderança daquilo, um beijo mais profundo, trazendo o corpo dela pra mais junto do meu, ela se deixou trazer, me ofereceu o pescoço para beijos e mordidas, gemendo baixo a cada toque! Sentia a pele das costas dela arrepiarem a cada toque os meus lábios no pescoço, com a outra mão fui buscar aqueles seios fantásticos, foi quando ela se afastou, não de repente, mas com firmeza, me olhando sempre nos olhos, deu dois passos pra trás e parou, com um sorriso nos lábios me perguntou se tinha gostado mesmo da roupa dela, mal, respondi, hipnotizado. Com movimentos lentos, quase coreografados ela mostrou a roupa toda, dando uma voltinha, que corpo, que seios, que pernas, que bunda, a mulher era uma máquina mesmo, como eu podia não ter reparado nela antes, ela deveria ter mesmo o maior trabalho pra disfarçar aquilo tudo quando vinha pra faculdade.

Comigo ali, para, olhando para ela como quem olha para a mesa de um banquete, ela pôs as mãos para trás das costas e voltou trazendo as pontas da blusa, desamarradas, e com um movimento contínuo se desfez dela, revelando um par de seios perfeitos, arredondados, auréola claras, mamilos proeminentes, ambos apontando para meus olhos, sem perder a expressão de predadora, perguntou se assim, sem a blusa, eu também gostava, respondi apenas com um leve movimento afirmativo de cabeça, sem nem piscar, quanto mais desviar os olhos.

Ela voltou a se aproximar, tirando minha jaqueta e jogando numa cadeira, abrindo os botões da minha camisa, e jogando para o outro lado, enquanto me beijava, logo estava sentindo os seios dela apertados contra meu peito, enquanto eu descia as mãos pelas costas dela, tocando só com as unhas, não arranhando, mas quase… sabe como é? Ele se arrepiava toda, e retribuía me arranhando o peito, as mãos fora descendo e quando vi ela estava abrindo meu cinto.

Sem parar de me beijar, ela escorregou a mão para dentro da minha calça, comentando como ela gostava de sentir assim, latejando na mão. Aquilo me pôs doido, minha respiração já estava ofegante, o coração a mil. Foi quando ouvimos o barulho, no corredor. Ela foi como um raio, vestiu a blusa e saiu pela porta oposta a direção de onde vinha o barulho, eu, meio entorpecido, demorei a fechar a calça, e procurar as minhas roupas. O pior é que não achei a camisa a tempo de evitar que o velho vigia da faculdade me encontrasse ali na sala, só de jaqueta e com o peito nu. Um papo de 15 minutos e uma nota de vinte reais foram necessários para ele continuar a ronda e me deixar sair de lá sem maiores problemas.

Fui direto para o estacionamento, pra pegar meu carro e ir para casa, sem saber que fim tinha tomado a menina. Foi quando a vi, sentada no capô de um carro ao lado do meu, dentro do carro, duas ou três das amigas que sempre via com ela na faculdade.

Ela usava minha camisa, veio até mim, me entregou a a camisa, me deu um beijo molhado e disse pra telefonar para ela no dia seguinte, para terminarmos o que tínhamos começado.

No dia seguinte ela me contou que eu tinha sido prêmio de uma aposta entre ela e as amigas, de que a caloura ia pegar o veterano presidente do Centro Acadêmico. Nem me chateei com isso, afinal eu também tinha me divertido. Voltamos a nos encontrar mais algumas vezes até o fim do ano e minha formatura, depois fui fazer um estágio como treinee em outra cidade e não rolou de continuarmos. Mas ela em convidou para a formatura dela, no baile, enquanto a família toda dela dançava no salão, eu desafiei ela a dar uma fugidinha até o estacionamento, outra loucura, mas dessa vez não fomos interrompidos. Ela se mudou para o nordeste, mas de vez em quando me manda uma mensagem dizendo: “Duvido que você venha me fazer uma visita aqui!” Qualquer dia desses eu tenho de ganhar essa aposta.