Adrenalina pura…

Dizem que pra tudo há hora e lugar, sexo não é diferente, eu considero que deve ser “aqui e agora”, sempre que possível, mas pra tudo há limites. Nessa cena do filme Adrenalina (Crank, 2006), com Jason Statham e Amy Smart, uma das mais “sem noção” que eu já assisti, realmente meus limites são questionados… Assista e dê sua opinião:

Apesar que essa cena do filme Mandando Bala (Shoot ‘em Up, 2007), com minha deusa Monica Bellucci e Clive Owen, não fica muito atrás no contexto “Nada impede meu tesão”

O Homem Perfeito

Um dos momentos mais engraçados da minha vida, foi uma noite em que fui com meus amigos a um barzinho onde tocam alguns excelentes músicos aqui em Curitiba, e o o Samuel começou sua apresentação, que eu acho um barato e recomendo, entre os convivas havia um que eu sempre digo, parafraseando Lulu Santos, “…eu não desejo mal a quase ninguém…”, mas tem uma listinha que eu vou estar lá pra ver cair, ele é um membro dessa lista, voltando ao fato, o Samuel fez aquela provocação, se havia algum homem perfeito na casa, e o babaca logo se apresentou como sendo um exemplo de homem perfeito, o Samuel começou a tocar e, prestem atenção na letra e imaginem o quanto eu ria…

O Homem Perfeito

(Samuel Rangel)

O homem perfeito é lindo,

é bonito, é fiel,

tem a graça de um menino,

e sempre paga o motel.

O homem perfeito é sensível,

gosta de toda grande arte,

gosta de dança, ballet,

nunca há de magoar-te.

O homem perfeito incrível,

dedica uma rosa,

a uma velha senhora,

ou a uma jovem gostosa.

O homem perfeito te energia,

ele nunca se cansa,

lava e cozinha bem,

e adora uma criança.

Para encerrar esses preceitos,

que nesses versos alinhei,

se existe um homem perfeito,

o filha da puta é gay.


You Act Like You Are 28 Years Old


You are a twenty-something at heart. You feel like an adult, and you’re optimistic about life.

You feel excited about what’s to come… love, work, and new experiences.

You’re still figuring out your place in the world and how you want your life to shape up.

The world is full of possibilities, and you can’t wait to explore many of them.

What Age Do You Act?
Um pouquinho imaturo?

Se dê valor…

Para dizer a verdade, sempre achei essa expressão uma besteira sem cabimento, uma mulher se dar valor, me soa um conselho pra que ela não se venda barato, e nesse caso, caro ou barato, não importa, o fato é que está se vendendo. Não que eu tenha algo contra aquelas que se vendem, mas que fazem isso de maneira clara, direta, profissional. Mas essa prostituição velada, de trocar sexo por carinho, atenção, segurança ou seja lá mais o que, isso é baixo. Eu troco sexo por sexo, tesão por tesão, carinho por carinho, não estou disposto a dar nada diferente do que me oferecem, a não ser que essa negociação seja feita formal e objetivamente, cara à cara, olho no olho.

“Se dê valor!”… Expressão típica de gente que não acredita num dos fundamentos mais arraigados em mim, o de que uma mulher deve se entregar sempre que quiser, e somente porque quer, é direito dela, ninguém tem nada com isso, assim como é dever dela fazer isso consciente de que está fazendo por que quer, e somente por isso.

Por isso deixo meu conselho: Não se dê valor, a não ser que esteja mesmo a venda!

Uma lista de filmes que tem de ter em casa…

Estava conversando com uma amiga sobre uma videoteca, uma lista de filmes que um cara deve ter em casa. O critério é que são aqueles filmes que você convida a moça pra assistir, que diz que não acredita que ela nunca assistiu, mas você não conta que já viu o começo umas vinte vezes, mas dificilmente chega ao final, alguns provavelmente você nem sabe como termina. Não entenderam, olha alguns exemplos na lista abaixo, e vai entender, e se alguém tiver mais sugestões, estou aceitando.

  • 9 e ½ Semanas de Amor (aula de gastronomia diante da geladeira)

  • Último Tango em Paris (também gastronômica, especialmente sobre o uso da manteiga)

  • Henry e June (Carlinhos Brown diria: A namorada tem namorada…)

  • O Delta de Vênus (a história da namorada da namorada)

  • Perdas e Danos (mas esse você não pode chegar no fim mesmo, muito deprê)

  • A Bela da Tarde (mas se ela gostar muito, descarta da lista de possíveis esposas)

  • Infidelidade (vale a mesma regra)

  • Lua de Fel (mas a cena do porco eu dispenso)

  • Fome de Viver (mas só se você também for mulher)

    são 9, o décimo deixo para quem quiser dar sugestão.

A Aposta

Sabe? Se tem algo que realmente não sei lidar é com aquela inversão de papéis que ocorrem quando é a mulher que parte pra cima do cara, no caso, eu. Quando elas deixam de fazer aqueles joguinhos de sedução, se pondo como como um prêmio acessível e simplesmente te poem contra a parede, dizendo o que querem e te intimando a tomar uma atitude. É desconcertante, e ao mesmo tempo delicioso.

Houve uma vez, eu estava terminado a faculdade de administração… Nunca fui um cara de passar desapercebido, falador, descarado, e sendo veterano a coisa era mais marcante ainda. Nessa época havia uma menina, estava no segundo ano, uma gracinha, baixinha, cabelos crespos, olhos marcantes, risada gostosa, um corpo… Ela sempre aparecia na coordenação do curso quando estávamos lá reunidos. Sempre simpática, mas sem falar muito, foi ganhando espaço nas conversas, um bando de homens e umas poucas meninas, não demorou pras conversas ficarem apimentadas, e eu sempre dando um jeito de perguntar a ela sua opinião, hora sobre esta ou aquela prática sexual, ou como ela agiria em determinada situação hipotética. As respostas dela eram sempre meio veladas, encobertas por uma certa vergonha, mas sempre deixando transparecer que ela tinha uma opinião muito positiva sobre aquilo tudo, nunca disse isso eu não faria, ou se mostrou ofendida de algum modo, ponto pra menina.

Aquilo foi me despertando uma certa curiosidade, uma vontade de descobrir o que se escondia sobre aquela fachada de menina certinha. Pedi para ela me adicionar no messenger dela, para podermos conversar quando não estivéssemos na faculdade, no mesmo dia, quando conectei a noite, estava lá o convite. E logo em seguida surgiu a janelinha com um oi. Na foto do messenger, uma surpresa, a moça certinha estava usando uma blusa com decote abissal, e um olhar que me deu calor na hora. A conversa fluía fácil, aparentemente, por detrás da proteção da net, e longe do resto dos veteranos ela se sentia bem mais a vontade, para dar respostas mais completas e, por assim dizer, mais diretas. E mais, passou a perguntar minha opinião também, perguntas sobre como era meu tipo de mulher, o que me chamava atenção, que gurias eu me interessava na faculdade, e se essa ou aquela história que corria entre os calouros era verdade, do que acontecia nas festas dos veteranos. E principalmente se era verdade que eu tinha feito isso ou aquilo com essa ou aquela menina, a maioria coisa inventada, lendas que circulavam, mas algumas realmente tinham acontecido e dessas ela queria saber os detalhes. Ao longo da semana ela também foi me contando alguns detalhes a vida dela, as experiências mais picantes, os caras mais marcantes, as fantasias, algumas realizada, outras ainda não. Mas percebi que uma coisa que a menina parecia curtir muito eram brincadeiras com desafios, sabe aquelas “duvido que você…”, o que me pareceu uma coisa bem promissora.

Na quinta-feira perguntei se ela iria à festa no Centro Acadêmico na sexta-feira, ela me respondeu que não sabia, e me perguntou porque? Eu respondi que tinha pensado que ela nunca ia nas festas e gostaria de saber se quando ela se arruma pra balada ela usa blusas tão sexys quanto a da foto, já que no dia-a-dia na faculdade ela é sempre tão comportadinha no modo de se vestir. Ela respondeu que essa não era a das mais ousadas que ela costumava usar e que eu me surpreenderia como ela se veste quando está para o crime. Foi a deixa… Duvido que seja tudo isso… você me surpreendeu com essas nossas conversas, mas não acredito que seja assim tão diferente quando está caçando. Ela caiu, na hora respondeu que eu iria me surpreender de verdade na sexta-feira.

No dia seguinte estava naquela ansiedade, o que será que a menina iria aprontar, perguntei pra uns calouros e ninguém a tinha visto na faculdade o dia todo, pelo jeito ela tinha deixado pra vir só na hora da festa, isso se realmente viesse.

Na hora que as aulas terminaram a coisa começou a esquentar no Centro Acadêmico, as cerejas já estavam no gelo, assim com muitas garrafas de vodka e tequila, o som já não era só de música ambiente, tocando uma ótima seleção de clássicos e dos últimos sucessos, povo bonito e animado, aquela festa prometia. Mas eu não tirava a baixinha da cabeça, será que ela tinha caído mesmo, viria toda produzida, pronta para o abate?

A festa já rolava há duas horas, e eu achando que tinha dançado, quando ela entrou… maravilhosa, uma blusa vermelha, transpassada, deixando o umbigo de fora, barriguinha sarada, decote perfeito, sem soutien, que busto lindo… calça jeans clarinha, justa como se tivesse sido costurada no corpo, botinha de salto alto, unhas vermelhas, um fetiche em forma de gente. Enquanto ela cumprimentava as amigas não tinha como não reparar as costas, os ombros, a mostra pela blusa e pelo cabelo ondulado, perfeitamente preso num rabo de cavalo alto, assim como uma leve curva dos seios, dependendo de como você olhasse.

Perdido nessa visão toda, demorei a reparar que ela me olhava com um sorriso nos lábios, me via ali, babando, era óbvio que ela tinha conseguido o que tinha se proposto, eu estava pasmo. Ela veio em minha direção, com aquele mesmo sorriso nos lábios, e aquele olhar da foto do messenger, algo entre um convite e um desafio.

Sem me dar chance já foi largando um “Então? Gostou?”, balbuciei algo como um sim, tentei fazer um elogio estiloso, o máximo que saiu foi um “Linda!” Ela deixava transparecer sem disfarce como estava se divertindo com o efeito que tinha causado em mim. Me pediu uma cerveja, corri buscar. Quando voltei ela acabava de dispensar um coitado que tinha tentado a sorte. Foi quando ela disse que adorava se vestir assim, mas não agüentava ter de ficar se livrando desses “menininhos” e por isso tentava ser discreta na faculdade. Tratei de recuperar o controle, não ia querer ser mais um dos “menininhos”!

O papo rolava legal, e ao vivo era mais agradável que pelo messenger, o único problema era não perder a linha de raciocínio olhando para o decote dela. Ao ponto dela comentar que eu tinha gostado mesmo da blusa. Pra não perder o rebolado, respondi que tinha adorado, que ela ficava ótima com ela. Ela me respondeu, olhando nos olhos, que ficava melhor ainda sem ela! Engasguei! Antes que eu pudesse decidir o que fazer ou dizer, ela me pegou pela mão e foi me conduzindo em direção a porta, pros corredores da faculdade, mal saímos do Centro Acadêmico ela me grudou na parede, me beijou com vontade, sabe aqueles beijos que te deixam aceso no ato, combustão instantânea e imediata? O corpo colado no meu, sem dizer uma palavra, eu sentia o calor dela através das roupas, eu mal podia acompanhar o ritmo da menina, uma loucura, inverti a situação, grudei ela de costas na parede do corredor, minhas mãos passeando por aquele corpo delicioso, ela não deixou barato, pegou minha mão e me puxou pra dentro de uma sala de aula, dizendo que teríamos mais privacidade.

Lá dentro ela me olhava om olhos de predadora, sabe quando você tem certeza do que vai acontecer, independente do que você faça? Era assim que me sentia, a mulher me tinha no controle, me beijava a boca, o pescoço, enquanto as mãos brincavam de pega-pega por todos os lados do meu corpo, uma delícia. Novamente tentei assumir a liderança daquilo, um beijo mais profundo, trazendo o corpo dela pra mais junto do meu, ela se deixou trazer, me ofereceu o pescoço para beijos e mordidas, gemendo baixo a cada toque! Sentia a pele das costas dela arrepiarem a cada toque os meus lábios no pescoço, com a outra mão fui buscar aqueles seios fantásticos, foi quando ela se afastou, não de repente, mas com firmeza, me olhando sempre nos olhos, deu dois passos pra trás e parou, com um sorriso nos lábios me perguntou se tinha gostado mesmo da roupa dela, mal, respondi, hipnotizado. Com movimentos lentos, quase coreografados ela mostrou a roupa toda, dando uma voltinha, que corpo, que seios, que pernas, que bunda, a mulher era uma máquina mesmo, como eu podia não ter reparado nela antes, ela deveria ter mesmo o maior trabalho pra disfarçar aquilo tudo quando vinha pra faculdade.

Comigo ali, para, olhando para ela como quem olha para a mesa de um banquete, ela pôs as mãos para trás das costas e voltou trazendo as pontas da blusa, desamarradas, e com um movimento contínuo se desfez dela, revelando um par de seios perfeitos, arredondados, auréola claras, mamilos proeminentes, ambos apontando para meus olhos, sem perder a expressão de predadora, perguntou se assim, sem a blusa, eu também gostava, respondi apenas com um leve movimento afirmativo de cabeça, sem nem piscar, quanto mais desviar os olhos.

Ela voltou a se aproximar, tirando minha jaqueta e jogando numa cadeira, abrindo os botões da minha camisa, e jogando para o outro lado, enquanto me beijava, logo estava sentindo os seios dela apertados contra meu peito, enquanto eu descia as mãos pelas costas dela, tocando só com as unhas, não arranhando, mas quase… sabe como é? Ele se arrepiava toda, e retribuía me arranhando o peito, as mãos fora descendo e quando vi ela estava abrindo meu cinto.

Sem parar de me beijar, ela escorregou a mão para dentro da minha calça, comentando como ela gostava de sentir assim, latejando na mão. Aquilo me pôs doido, minha respiração já estava ofegante, o coração a mil. Foi quando ouvimos o barulho, no corredor. Ela foi como um raio, vestiu a blusa e saiu pela porta oposta a direção de onde vinha o barulho, eu, meio entorpecido, demorei a fechar a calça, e procurar as minhas roupas. O pior é que não achei a camisa a tempo de evitar que o velho vigia da faculdade me encontrasse ali na sala, só de jaqueta e com o peito nu. Um papo de 15 minutos e uma nota de vinte reais foram necessários para ele continuar a ronda e me deixar sair de lá sem maiores problemas.

Fui direto para o estacionamento, pra pegar meu carro e ir para casa, sem saber que fim tinha tomado a menina. Foi quando a vi, sentada no capô de um carro ao lado do meu, dentro do carro, duas ou três das amigas que sempre via com ela na faculdade.

Ela usava minha camisa, veio até mim, me entregou a a camisa, me deu um beijo molhado e disse pra telefonar para ela no dia seguinte, para terminarmos o que tínhamos começado.

No dia seguinte ela me contou que eu tinha sido prêmio de uma aposta entre ela e as amigas, de que a caloura ia pegar o veterano presidente do Centro Acadêmico. Nem me chateei com isso, afinal eu também tinha me divertido. Voltamos a nos encontrar mais algumas vezes até o fim do ano e minha formatura, depois fui fazer um estágio como treinee em outra cidade e não rolou de continuarmos. Mas ela em convidou para a formatura dela, no baile, enquanto a família toda dela dançava no salão, eu desafiei ela a dar uma fugidinha até o estacionamento, outra loucura, mas dessa vez não fomos interrompidos. Ela se mudou para o nordeste, mas de vez em quando me manda uma mensagem dizendo: “Duvido que você venha me fazer uma visita aqui!” Qualquer dia desses eu tenho de ganhar essa aposta.

Sabe o que realmente mexe comigo?

Sabe uma coisa que realmente me excita, me seduz… a entrega, o processo em que a mulher para de lutar contra o que está sentindo, de se agarrar aos preceitos de sua criação, às imagens de certo e errado que tem tão bem concebidas na sua mente tão bem estruturada e se deixa ruir, desconstruir, sente as fundações se perderem em terreno alagado, tomada pelo desejo. Essa imagem sim me deixa louco, quando ela para de querer parecer tão certinha e, diametralmente passa a mostrar outra imagem. Que manda as favas idéias pré-concebidas e que ela engoliu a vida toda, e descobre o que ela realmente é, não o que os pais dela queriam que ela fosse, mas aquilo que ela tem nela de mais antigo, primordial, animal… isso é uma delícia.

Antes que alguém me interprete mal, não estou aqui falando de virgindade, muito pelo contrário, a virgem intocada, a princesinha angelical me cansa, é acética e insipida, chata, enfadonha. Falo daquele momento em que a mulher que dá, se torna a mulher que gosta de dar, e que dá porque gosta. Dá porque não há outra coisa que ela possa fazer com aquilo que ferve dentro dela, que lhe aquece as entranhas, toma conta da razão e o lugar do bom-senso.

É quando vejo isso acontecendo é que realmente me entrego…

Civilização Ocidental

Buenas!

Quando comentam que dou muito valor ao sexo e que existem outras coisas importantes nessa vida, eu não discordo, mas gosto de demonstrar minha visão das coisas…

Sou da opinião que se um dia, por um motivo qualquer, como num filme do pretensioso M. Night Shyamalan, todas as mulheres do mundo desaparecessem de uma hora para outra, a Humanidade teria de entregar seu futuro aos homossexuais, e não estaria em tão má situação assim, porque se dependêssemos dos heteros como eu, no dia seguinte ninguém da face da terra faria a barba, em uma semana, ninguém mais ia trabalhar e, no máximo em seis meses, regrediríamos a Idade da Pedra. Sou da opinião de que se levanto da cama de manhã, é por um único motivo…

O melhor é que descobri que Milo Manara, um senhor cartunista, dos meus preferidos, concorda comigo. Imagine a linha do tempo da História da Civilização Ocidental, que ele bolou, sem as lindas senhoritas, veja o que resta…

Reencontro

Nos reencontramos, 10 anos depois do colégio, fomos os melhores amigos, sabíamos tudo um do outro, mas por incrível que possa parecer, nunca rolou nada, até esse dia…

- Que tal irmos a um bar?

Papo rola solto, lembranças e saudosismos, memórias dos namorinhos, as primeiras experiências que confidenciamos um ao outro, de como eu ajudei você a perder a virgindade com aquele babaca, que raiva. Entre risadas, não consigo tirar os olhos do decote generoso, você sempre teve os seios mais desejados do colégio…

Você bebe um pouquinho e me diz que tem umas coisas pra me mostrar mas tem de ser em outro lugar…

Pago a conta e pegamos o carro. Pergunto o que você queria?

Você me olha com cara de safada e pergunta se eu realmente gosto dos seus seios e desabotoa a blusa, deixando-os meio a mostra. Eu te digo que sou tarado por mulher voluptuosa e a culpa é sua, você criou isso em mim. Só de estar perto de você fico doido, tomado pelo tesão.

Você me olha com cara de quem não está acreditando muito no que eu falo e diz:

- É verdade, só de olhar pra minha blusa assim meio aberta já te deixa assim? – e passa a mão na minha perna, coxa e sobe um pouco mais, tateia e me encontra duro feito pedra.

Eu ali, dirigindo, tenso, preocupado, mas sem pode negar que aquilo estava me deixando louco.

Você me olha no olho e diz:

- Não é que é verdade, acho uma sacanagem ele assim, preso, assim como os meus peitos, tem de se libertar… e termina de abrir a blusa. – Gosta?… eu mal consigo respirar…

Logo vem cuidar dele, abre minha calça, tira ele para fora e fica olhando, com cara de criança que analisa um brinquedo novo. Sente ele duro e quente na sua mão, me olha e pergunta se está gostoso assim, eu meio gemendo já respondo que está delicioso e você ri e diz que eu não vi nada, manda eu prestar atenção na estrada e se abaixa. Vai introduzindo ele na boca, apertando com os lábios, sentindo cada centímetro. Sentindo ele duro e já pulsando… tocando ele com a língua.

Com uma mão massageio um seio teu, a outra no volante, tentando fazer as 2 coisas ao mesmo tempo e lutando pra não me perder nas sensações que você me provoca com a boca. Você não dá trégua, mas cuida pra que eu não chegue lá, brincando com meu desespero.

Eu encontro uma quebrada qualquer, no meio do matagal, paro o carro e tento te agarrar. Você escapa, sai do carro e vai pra frente dele, as luzes acesas.

Me mostra os seios de novo, os espreme com as mãos, eles transbordam entre seus dedos, e pergunta se eu quero:

- Então vem pegar!

Eu saio do carro e te alcanço, jogo sobre o capo, cubro de beijos, mas beijos sôfregos, como um esfomeado que encontra comida, abocanho seus mamilos, beijo, mordisco, chupo. Enquanto isso vou tirando sua calça, tudo sobre o capo do carro.

Você me afasta, manda eu sentar no capo do carro e diz que me deve uma coisa…coloca ele duro entre os seios, massageando, subindo e descendo, alternando com movimentos precisos da língua e dos lábios, a melhor sensação da minha vida, tão esperada… A noite está quente, além da lua e das estrelas no céu claro, a única luz é os faróis do carro, a nossa volta mato e as luzes dos carros que passam na rua principal, ao longe.

Chega uma hora que não agüento mais, levanto, te ponho sentada no capo e de uma única estocada te penetro até o fundo. Te segurando pelas costas e pelo cabelo, puxando tua cabeça pra trás e mordendo teu pescoço, teus seios, mordidas quase dolorosas. Você põe as perna ao redor da minha cintura e me puxa mais pra dentro de você ainda mais.

Diz no meu ouvido pra te foder com força, pra matar toda essa vontade de anos. Meto em você como se quisesse entrar o corpo inteiro. Você sente a batida ritmada das coxas…

Nesse momento somos dois animais tomados pelo instinto

Te viro, ponho debruçada sobre o capo e volto a te penetrar, você vendo minha cara transformada pelo tesão, refletida no vidro do carro, vermelho, suado, gemendo. Assim meto ainda mais fundo em você.

Cada estocada tira teus pés do chão, e te faz ver estrelas.

Entre gemidos te chamo de fêmea, e te pergunto o que você quer?

Você já geme, quase grita:

- Me fode, me fode! Mete em mim que amanhã não quero conseguir andar! – E eu obedeço.

Você rebola pra me provocar, eu resisto, paro, me deito no chão, em frente ao carro. Você vem por cima, senta e sente ele escorregar pra dentro de você com um encaixe perfeito. Ai eu me delicio, com você rebolando, cavalgando e seus seios maravilhosos a minha disposição.

A luz do carro vindo de trás de você, te envolvendo e te mostrando linda, a pele reluzindo, perfeita!

E é assim com você me cavalgando que eu digo que vou gozar, você pede pra eu segurar só um instante e em segundos começa a gemer feito louca e eu ouvindo isso não consigo me segurar mais e gozo até as entranhas.

Você despenca sobre mim e aos poucos vou saindo de dentro de você e continuamos abraçados, deitados no chão.

Depois de nos recuperarmos, você levanta, pegas as roupas e começa a se vestir, me olha e diz que precisamos passar em algum lugar e fazer um lanche pra depois ir pra sua casa e tentar mais umas coisas, pois temos muito tempo perdido e precisamos recuperar. Eu mau acredito que você possa estar falando sério, as a idéia já me deixa com vontade de tentar.

Entramos no carro e vamos procurar um lugar pra comer algo de madrugada antes de começarmos de novo…

O Primeiro de muitos… espero…

Buenas!

Bem, acho que tudo tem de começar por algum lugar, então aqui está: meu primeiro post, nesse blog pretendo falar um pouco sobre as coisas que vão na minha cabeça, que dão assunto pra muito papo de bar e logs enormes no MSN. Espero que aqueles que tiverem oportunidade e paciência de ler, gostem do que encontrar aqui. Até a próxima e boa sorte.